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Carbon regeneration in the Cariaco Basin, Venezuela

AuthorsMárquez, Arístides; Dale, Andrew W.; Troccoli, Luis; López Monroy, Fabiola; Senior, William; Ríos, Aida F. ; Muller Karger, Frank; Astor, Yrene; Varela, Ramón
KeywordsCariaco Basin
Carbon regeneration
Water column
Coastal upwelling
Bacia de Cariaco
Regeneração de carbono
Coluna de água
Afloramento costeiro
Issue Date2017
PublisherUniversidade de São Paulo
CitationBrazilian Journal of Oceanography 65(1): 19-28 (2017)
Abstract[EN] The carbon regeneration in the water column of the Cariaco Basin (Venezuela) was investigated using a regression model of total alkalinity (TA) and the concentration of total inorganic carbon (TCO2). Primary productivity (PP) was determined from the inorganic carbon fraction assimilated by phytoplankton and the variation of the 22 and 23ºC isotherm was used as an indicator of coastal upwelling. The results indicate that CO2 levels were lowest (1962 µmol/kg) at the surface and increased to 2451 µmol/kg below the oxic-anoxic redox interface. The vertical regeneration distribution of carbon was dominated (82%) by organic carbon originating from the soft tissue of photosynthetic organisms, whereas 18% originated from the dissolution of biogenic calcite. The regeneration of organic carbon was highest in the surface layer in agreement with the primary productivity values. However, at the oxic-anoxic interface a second more intense maximum was detected (70-80%), generated by chemotrophic respiration of organic material by microorganisms. The percentages in the anoxic layers were lower than in the oxic zone because aerobic decomposition occurs more rapidly than anaerobic respiration of organic material because more labile fractions of organic carbon have already been mineralized in the upper layers
[PO] A regeneração de carbono na coluna de água da Bacia de Cariaco (Venezuela) foi investigada utilizando um modelo de regressão de alcalinidade total (TA) e a concentração de carbono inorgânico total (TCO2). Produtividade primária (PP) foi determinada a partir da fracção de carbono inorgânico assimilável pelo fitoplâncton e a variação da isotérmica de 22 e 23ºC foi utilizada como um indicador de ressurgência costeira. Os resultados indicam que os níveis de CO2 eram os mais baixos (1962 µmol/kg) na superfície e aumentado para 2451 µmol/kg redox abaixo da interface ico-anóxica. A distribuição vertical de regeneração de carbono foi dominada (82%) por carbono orgânico originário do tecido mole de organismos fotossintéticos, enquanto 18% foram originados da dissolução de calcite biogênica. A regeneração do carbono orgânico foi maior na camada superficial de acordo com os valores de produtividade primária. No entanto, na interface ico-anóxica foi detectado um segundo máximo mais intenso (70-80%), gerado pela respiração quimiotrófica de material orgânico por microrganismos. As percentagens nas camadas anóxicas foram menores porque a decomposição aeróbica ocorre mais rapidamente do que a respiração anaeróbica de matérias orgânicas, pois as fracções mais lábeis de carbono orgânico já foram mineralizadas nas camadas superiores
Description10 páginas, 7 figuras.-- This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited
Publisher version (URL)http://dx.doi.org/10.1590/s1679-87592017121406501
Appears in Collections:(IIM) Artículos
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